quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Apresentação da capoeira marca I Semana de Arte e Cultura da Estácio Ceut

Apresentação da capoeira marca I Semana de Arte e Cultura da Estácio Ceut

Os primeiros passos começam tímidos, mas efusivos. Aos poucos, o pandeiro dita o ritmo, o som do berimbau harmoniza a ginga e logo a alegria contagia os presentes. E assim o Grupo de Capoeira do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), formado por crianças pacientes da instituição, surpreendeu e encantou mais uma vez durante apresentação, nesta sexta-feira (19), na I Semana de Arte e Cultura promovida pela Estácio Ceut.

Comandados pelo supervisor de Reabilitação Desportiva do Ceir, Childerico Robson, durante a apresentação logo se percebe que as crianças precisam apenas de mais um incentivo, apenas de uma palavra de apoio, para que possam transpor qualquer restrição na função de locomoção e coordenação motora.

Prática tipicamente brasileira, a capoeira auxilia no desenvolvimento humano de diversas formas e com as crianças do Ceir não é diferente. Promovendo a modalidade como instrumento de qualidade de vida, educação, resgate de cidadania e inclusão social, o projeto tem garantido benefícios físicos e psicológicos aos pequenos pacientes. Os resultados positivos podem ser medidos pela opinião de quem vivencia o projeto.

“O Lucas (Nascimento) está com mais de um ano praticando a capoeira no Ceir. Isso tem ajudado muito no desenvolvimento e minimizado as dores que ele sente em virtude do problema de medula presa – doença neurológica que limita os movimentos. Aos poucos ele tem melhorado e só tenho a agradecer aos profissionais que contribuem para isso”, explica cheia de orgulho Aldeniza Nascimento, mãe do pequeno Lucas.

De acordo com Childerico Robson, entre os inúmeros benefícios, a capoeira favorece o equilíbrio, atenção e raciocínio das crianças. “Além de promover o desenvolvimento cognitivo, ao estimularmos às crianças com a prática da capoeira, trabalhamos a educação de uma forma que sejam respeitados o tempo e os limites individuais. Por meio da musicalidade e do ritmo vivenciados nos movimentos, eles ficam mais atentos, o que ajuda a conhecer melhor o próprio corpo e a respeitar o espaço do colega”, frisa Childerico.

Deste modo, a capoeira se revela como um importante instrumento de inclusão para os pequenos pacientes do Ceir. Além dos benefícios físicos, a modalidade favorece o fortalecimento da disciplina e estimula as funções psicoemocionais. Afinal, o esporte é um meio de sociabilização e resgate de valores sociais.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Ceir leva grupo de capoeira ao 20º Criança Feliz

O Grupo de Capoeira do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) se apresentou durante a 20ª edição do Criança Feliz, que aconteceu nesse sábado (29), no Parque Potycabana. O projeto, que utiliza a capoeira como um dos instrumentos de reabilitação, atende 40 crianças pacientes do Centro.


“Além de trabalhar a parte física, a capoeira envolve toda a família, ajuda na interação social e dá visibilidade aos pacientes. Cada um faz o esporte de acordo com as suas limitações”, explica o supervisor de Reabilitação Desportiva do Ceir, Childerico Robson.


Vítor Emanoel, de seis anos, que tem paralisia cerebral, é um dos pacientes que participam do grupo. “Através da capoeira ele interage com outras crianças. Sempre que há alguma apresentação estamos presentes. Além da capoeira, ele participa da musicoterapia”, diz a mãe de Vítor, Joelma Lustosa. Ele já é atendido pelo Ceir há quatro anos.


Os benefícios da capoeira também são relatados pela autônoma Ana Célia Pinheiro, que acompanha o neto Esdras nas apresentações e na reabilitação no Ceir. “Eu pensei que ele não iria caminhar. Quando ele conheceu a capoeira, só olhava, não participava. Hoje ele se solta, ginga, bate palma e interage com as outras crianças”, diz.

Esdras participa, todas as sextas-feiras, no Ceir, das aulas de capoeira. Ele nasceu com dificuldades de locomoção, usa dois aparelhos e é acompanhado pelos profissionais do Centro.


Confira algumas fotos:


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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Crianças da Capoeira do Ceir emocionam público na Potycabana

O palco do Parque Potycabana ficou pequeno para um grupo de crianças com deficiência, que emocionou o público com um gingado especial de Capoeira.

“Eu nunca havia visto algo parecido e achei tudo muito maravilhoso, fiquei arrepiada”, comenta Suely Almeida, que estava na plateia vibrando com a apresentação realizada na noite desta quarta-feira (12).

O grupo, formado por crianças entre 2 e 12 anos de idade, é atendido pelo Centro Integrado de Reabilitação (Ceir). Entre as crianças, estava a caçula Cinthia Araújo, de apenas 2 anos e 6 meses. “Eu choro a cada apresentação dela e ver as pessoas aplaudindo esse trabalho é algo muito gratificante”, conta a mãe do bebê, Carla Araújo.

O trabalho da capoeira na reabilitação do Ceir é realizado há mais de oito anos. “Estamos cada vez mais participando da cena sociocultural, mostrando para os pais, para as crianças e para a sociedade que podemos sim transpor barreiras. O mundo é a nossa casa”, diz Childerico Robson, capoeirista há 18 anos e reabilitador desportivo.

A apresentação do grupo fez parte da comemoração da Secretaria de Estado da Segurança Pública ao Dia das Crianças e contou com a participação do grupo de capoeira Iê Berimbau.

Texto: Cláudia Alves – Comunicação Ceir

Confira algumas fotos:

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FONTE: www.ceir.org.br

sábado, 8 de outubro de 2016

Grupo de Capoeira do Ceir se apresenta em simpósio de fisioterapia

O canto e as palmas dão o tom da roda, e assim, conduzidos pelo som do pandeiro e berimbau, o Grupo de Capoeira do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), formado por crianças pacientes do Centro, encanta por onde passa. Nessa sexta-feira (7), o grupo se apresentou durante o encerramento do 10º Simpósio de Fisioterapia da Faculdade Estácio Ceut.

Com muita alegria e simpatia, os jovens cativaram e emocionaram o público presente, evidenciando o esporte como instrumento de transformação social e rompendo todas as barreiras da desigualdade. O supervisor de Reabilitação Desportiva do Centro, Childerico Robson, explica sobre os benefícios para os pacientes com a prática esportiva.

“Ao longo de quase nove anos que estamos juntos, os meninos tem crescido cada vez mais, assim como a reabilitação esportiva do Estado. Devolver para a sociedade o resultado do trabalho aplicado no Ceir é muito gratificante. Não tenho nem palavras para descrever a emoção de realizar esse trabalho. As pessoas se emocionam, as crianças se emocionam. A energia é tão positiva que nesse momento eles esquecem que tem alguma dificuldade. Que outros possam vir e se espelhar neles”, relata Childerico.

Beatriz Cardoso, mãe do pequeno José Lucas, que participa desde o início do projeto, destaca que, “além da reabilitação, esse trabalho realizado com a capoeira é uma verdadeira inclusão social. Só tenho a agradecer ao Childerico pelo carinho e por tudo o que ele tem feito, mostrando para a sociedade que a terapia funciona. Também parabenizo ao Ceir pelo atendimento e pelo carinho que eles tem com nossas crianças”.

A capoeira trabalha o equilíbrio, força, coordenação motora e musicalidade dos pacientes da reabilitação. Além do ganho físico, existe também o motivacional, pois com a atividade esportiva são reforçados o espírito de cidadania, sociabilização e inclusão social.

A coordenadora do curso de Fisioterapia da Estácio Ceut, Liana Andrade, ressalta que “promover esse intercâmbio entre alunos e o projeto desenvolvido no Ceir, evidencia as potencialidades da prática esportiva dentro do processo de terapia. De mesmo modo, estimula os futuros profissionais a vivenciarem esse importante processo”.

Texto: Antônio Fontes – Comunicação Ceir

Algumas fotos do evento:

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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Futebol para Amputados do Ceir conquista medalha de prata e dois destaques em Natal

O segundo lugar na competição, com uma medalha de prata, o melhor goleiro e o melhor atleta. Esse é o saldo que o time de Futebol para Amputados do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) trouxe de Natal, onde aconteceu a I Copa Nordeste de Futebol para Amputados, nesse final de semana.


O time, composto por 13 jogadores pacientes do Centro, representou o Piauí na competição, enfrentando equipes do Rio Grande do Norte (RN) e do Ceará. No primeiro jogo, o Piauí venceu o Ceará por 1 a 0. Já na segunda partida, o time do Ceir venceu uma equipe do RN com o placar de 3 a 2, garantindo vaga para a final.


Apesar do bom desempenho, o time foi vencido pela equipe favorita do RN por 1 a 0 na final. Mas saiu comemorando a medalha de prata e o título de melhor goleiro com o Cristiano Lopes e o de melhor jogador com o Antônio Soares.


O reabilitador desportivo do Ceir, Childerico Robson, avaliou a participação do time como “uma oportunidade para o Piauí demonstrar que tem um futebol de peso e de qualidade”, lembrando que esse é o segundo resultado expressivo do time do Ceir, que já conquistou o quarto lugar no primeiro Brasil Open de Futebol para Amputados, realizado em 2013, também em Natal.

O Futebol para Amputados do Ceir treina de 10h20 às 11h das terças-feiras, na quadra da instituição.

Texto: Cláudia Alves – Comunicação Ceir


Em Natal, CEIR briga por título na Copa Nordeste de Futebol para Amputados

Por Redação

Equipe do CEIR briga por título na primeira edição do torneio (FOTO: Neyla R. Monteiro)

Mesmo com o cronograma apertado, já que só conseguiu viajar na manhã de sábado, a equipe do CEIR, eliminou o desgaste da viagem de ônibus até Natal (RN) e venceu suas primeiras partidas na Copa Nordeste de Futebol para Amputados.

A competição começou ontem (24) e os piauienses estrearam neste domingo vencendo os novatos do Adesul (CE) por 1 a 0. Na sequência enfrentaram um dos times da casa, o SADEF 02 (RN) e conquistaram outra vitória, desta vez por 3 a 2. Com o resultado, o CEIR já garante a vaga na final da competição, mas ainda faz uma partida na tarde de hoje para tentar manter os cem por cento de aproveitamento.

O último jogo da fase classificatória será contra os favoritos do SADEF 01 (RN), que também venceram os seus jogos. As duas equipes se enfrentam ás 15 horas e a final está prevista para as 16 horas. Essa é a primeira edição do torneio, que contou com somente quatro equipes e serviu de incentivo para o desenvolvimento da modalidade na região.

Time de Futebol para amputados do Ceir participa da copa nordeste



Link para matéria:  globoesporte.globo.com/pi

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Grupo de capoeira do Ceir participa da abertura do XII Conafisio

O grupo de capoeira formado por pacientes do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) encantou o público presente na abertura do XII Congresso Acadêmico de Fisioterapia do Piauí (Conafisio), realizada nessa quarta-feira (21), no Teatro 4 de Setembro.

De acordo com o supervisor de Reabilitação Desportiva do Centro, Childerico Robson, a terapia, iniciada há sete anos na instituição, auxilia não apenas na reabilitação física, mas no próprio comportamento das crianças.

“Além do ganho físico, também temos o ganho motivacional. As crianças se sentem muito bem tanto nas aulas como nas várias apresentações que já fizemos e isso os anima bastante”, diz.

O XII Conafisio é promovido pela Universidade Estadual do Piauí (Uespi) e conta com o apoio do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional do Piauí (Crefito14). O evento segue até este domingo (25) no hotel Blue Tree Towers Rio Poty.

Confira algumas fotos:

        
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Texto: Diego Rodrigues – Comunicação Ceir

FONTE: www.ceir.org.br 

VEJA TAMBÉM: www.uespi.br

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Futebol de amputados: time do Piauí disputará a 1ª Copa Nordeste, em Natal


Jogadores piauienses fazem último treino antes da competição, que acontece dia 25. Na primeira experiência, equipe consegue 4ª posição em torneio aberto da categoria


Por Stephanie Pacheco e Renan Morais
Teresina

 
Time piauiense realiza último treino antes da I Copa Nordeste de 

Futebol de Amputados (Foto: Stephanie Pacheco )

Pouco difundido no país, o futebol de amputados é uma modalidade recente para os atletas piauienses. Os jogadores treinam há pouco mais de quatro anos e disputaram o primeiro Brasil Open da categoria, onde conseguiram a 4ª colocação, ano passado. O novo desafio desses guerreiros da superação é a participação na primeira Copa Nordeste de Futebol de Amputados, nos dias 25 e 26 de setembro, em Natal, no Rio Grande do Norte. O tempo para preparação é curto, mas a dedicação para trazer o ouro é enorme. Childerico Robson, treinador da equipe, destacou os desafios dos atletas no último treino antes da competição, nesta terça, em Teresina. 


- Na região Norte e Nordeste, têm poucos times da categoria. Nós recebemos o convite e estamos nos preparando há uns dois, três meses. O time de Natal que é um dos principais, e nós conhecemos. Estamos na esperança de terminarmos entre os três primeiro colocados. Nosso pouco tempo de preparo não vai ser desculpa para não fazermos bonito – destacou o treinador.




Técnico crê título do time piauiense em Natal (Foto: Stephanie Pacheco )

As limitações para os jogadores do futebol de amputados são superadas dentro da quadra. Todos os atletas da categoria devem ter deficiência no membro - seja amputação ou paralisia - para participar das competições. Feliciano Mendes é um dos artilheiros do time piauiense, fruto também da força que tem no chute. 

- Estamos bastante ansiosos e na expectativa de representar bem nosso estado. Cada momento que entramos em quadra é de superação, lá encontramos pessoas com as mesmas deficiências e trocamos experiências. Queremos trazer pelo menos o ouro dessa vez – disse. 

Em meio à reabilitação, jogadores disputam torneio de futebol para amputados (Foto: Stephanie Pacheco )
Na disputa da primeira Copa Nordeste de Futebol de Amputados a equipe piauiense vai reencontrar o time de Natal, responsável pela derrota na disputa do 3º lugar no primeiro Open da modalidade.

Copa Nordeste de Futebol de Amputados:

Sábado:
Piauí x Ceará
Piauí x Natal


Domingo:
Natal II x Piauí

Programa Boa Tarde Piaui 15 setembro de 2016 - Tv Assembleia



quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Como forma de reabilitação, natação revela talentos no paradesporto

Por Neyla do Rêgo Monteiro

Natação é uma das ferramantas utilizadas dentro da reabilitação esportiva (FOTO: Jailson Soares/5esportes)
Enquanto os atletas se posicionam dentro das piscinas, é na beira dela que ficam os olhares que admiram cada conquista. Foi assim que ficou Dona Gisele, mãe Nayara Linhares, durante uma das atividades da Copa Paralímpica de Teresina, que reuniu disputas em 10 modalidades e foi encerrada no último final de semana.

Paratleta do Centro Integrado de Reabilitação - o CEIR, a nadadora de 24 anos tem descoberto na reabilitação o talento para o esporte e já contabiliza mais de 20 medalhas nas competições regionais. Apesar do receio ao ver a filha em suas primeiras competições, hoje a mãe é só orgulho da segurança que Nayara demonstra e também do que ela consegue fazer nas piscinas.

- No começo para mim era até mais difícil, porque eu sou medrosa, mas a capacidade dela é grande. Eu sou uma admiradora dessas crianças.Digo para a minha filha sempre que admiro ela. Eu me sinto feliz e realizada, por ela. Cada coisa que ela faz, reabilita ainda mais, isso é bom - contou Gisele.

Desde janeiro, Marcos Lopes descobriu a natação na reabilitação esportiva (FOTO: Jailson Soares/5esportes)
A mesma sensação vem de Mário Lopes, pai de Marcos, paciente do CEIR há oito meses. Se no começo tinha que fazer coro com o educador Childerico Robson e incentivar a prática da natação, agora ele consegue ver o filho desafiar todos os medos e descobrir novos limites.

- Não é fácil, mas a gente está aqui e ele tem boa vontade. Ás vezes ele não quer fazer, porque acha que não consegue, mas incentivo ele, porque a gente só sabe que não consegue tentando. Isso aqui também pode servir de opção para ele mais na frente - disse.

Quem olha Marcos hoje dentro da piscina, nem imagina o receio que ele tinha da natação. Apesar de estar há menos tempo que Nayara, o novo paratleta do Piauí já dá indícios de que deve seguir o mesmo caminho da companheira.

- Eu não sabia que ia conseguir. Com ajuda do Childerico eu fui desenvolvendo. Eu não gostava, mas essa terapia está me dando mais força e ajudando no tratamento. Agora eu tenho muita força de vontade e disposição - destacou Marcos.


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Capoeiristas do Ceir participam da abertura da Feira Piauí Negócios

Por Diego Rodrigues

O grupo de capoeira formado por pacientes do Centro Integrado de Reabilitação se apresentou nesta quinta-feira (25) durante a abertura da Feira Piauí Negócios, realizada no Atlantic City. Atendendo ao pedido da empresa Nutrydiet para se apresentar no evento, o grupo encantou o público presente.

“O trabalho de reabilitação física e motora através da prática da capoeira é realizado há sete anos no Ceir. A terapia ajuda não apenas na reabilitação física, mas no próprio comportamento das crianças. Temos algumas empresas da iniciativa privada que apoiam esse projeto, como no caso da Nutrydiet, a quem agradecemos pela parceria”, explica Childerico Robson, supervisor de Reabilitação Desportiva do Centro.
Suziane Dantas, mãe do capoeirista Marco Antônio, de quatro anos, comenta os benefícios da prática esportiva para seu filho, que também faz terapia ocupacional e sessões de fonoaudiologia no Centro. “Antes ele caía muito, hoje ele já não cai mais. A coordenação motora melhorou muito e ele gosta bastante tanto das aulas como das apresentações de capoeira”, diz.

A Feira Piauí Negócios segue até este sábado (27), de 18 às 23 horas, no espaço 1 do Atlantic City. O evento tem como objetivo também dinamizar a realização de contatos empresariais e otimizar os processos de vendas desde a prospecção de consumidores em potencial até a sua fidelização efetiva com o cliente.

Algumas fotos da apresentação: