segunda-feira, 18 de junho de 2018

Ceir promove quadrilha aquática com pacientes de reabilitação físico-motora

DSC_0845  Forró e arrasta-pé é bom até de baixo d’água, e para os pacientes do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), a temporada de festas juninas está só no começo. Nesta segunda-feira (18), os pacientes e terapeutas participaram de uma quadrilha aquática, festa que acontece desde 2015 e já se tornou uma tradição na instituição administrada pela Associação Reabilitar.

“Nosso objetivo é a independência do paciente e esse é um ambiente que favorece esse trabalho devido aos efeitos que a água promove nos nossos pacientes. Além disso, há a questão da inclusão e socialização, em que usamos o lúdico para fortalecer o tratamento”, explica o fisioterapeuta Jordano Leite Cavalcante.

  Animação e alegria não faltam para essa turma que topa qualquer desafio. “Foi muito animado e tivemos todas as atenções dos fisioterapeutas. Eles incluem todos nós, mesmo com a gente tendo dificuldade de dançar, e isso é ótimo e ficamos muitos satisfeitos com esse carinho”, diz Samara Cristina, paciente do Ceir há três anos.

  Para o coordenador de Reabilitação Desportiva da instituição, Childerico Robson, a quadrilha aquática é uma das atividades mais aguardadas pelos pacientes neste período do ano, sendo uma oportunidade para que eles vivenciem essa data comemorativa a despeito de qualquer limitação físico-motora.

“A gente trabalha não só a reabilitação, mas também procuramos privilegiar as datas comemorativas, fazendo do processo de reabilitação um algo mais. Isso agrega e engrandece a participação do paciente, dos terapeutas, a mistura e o entrosamento entre todos. Além disso, a quadrilha junina é uma festa que já está no calendário da instituição bastante aguardada por todos, pois eles sabem que essa comemoração é por eles e para eles”, destaca Childerico Robson.

  A festa também contou com as famílias e acompanhantes dos pacientes, que ao final da apresentação, confraternizaram com comidas típicas e muito forró pé de serra.

Piauí terá dois representantes na Seleção Brasileira de Paradesporto

  O paratleta piauiense Marcos Jeane e o supervisor de Reabilitação Desportiva do Centro Integrado de Reabilitação, Childerico Robson, foram convocados pelo Comitê Paralímpico Brasileiro para integrar a Seleção Brasileira de Paranatação, como atleta e treinador, respectivamente. A primeira fase de treinamentos da delegação será realizada de 8 a 14 de julho, no Centro de Referência e Treinamento, em São Paulo (SP).

  Aos dezessete anos e vindo do interior de Corrente, sul do Piauí, Marcos Jeane teve os braços e pernas amputados e em tratamento no Ceir passou a treinar natação e, com a sua força de vontade e ajuda de todos em volta, conquistou o título de campeão brasileiro nos 50 metros peito da categoria sb3, durante a etapa Nacional do Circuito Loterias Caixa.

  O paratleta conquistou, ainda, três medalhas de ouro nas provas de 50 metros livre; 50 metros peito e 100 metros livre da categoria S4, na mesma competição. O paratleta se consagrou como o primeiro do Piauí, fazendo parte do Ceir, a disputar a final do principal evento do país nas modalidades de atletismo, natação e halterofilismo.

  Recentemente, Marcos ganhou duas medalhas de prata na 1ª fase nacional do Circuito Loterias Caixa de Natação 2018. As medalhas foram conquistadas nas provas 50 metros livre, categoria S4, e 50 metros peito, na categoria SB3.

“Desde o início da nossa história, o esporte está presente em nossas atividades de reabilitação desportiva e tem revelado verdadeiros campeões, como o Marcos Jeane, que conquistou mais do que medalhas e títulos: conquistou a superação de desafios e os seus próprios limites”, diz o superintendente executivo do Ceir, Francisco Alencar.

  É na capoeira, natação, basquete em cadeira de rodas, futebol para amputados – além do tiro com arco e parabadminton, atividades desenvolvidas com parceiros –, que pacientes, pessoas com deficiência físico-motora e intelectual, têm se transformado em paratletas, com o sonho de chegar ao lugar mais alto do pódio.

“É uma conquista muito importante para toda a sociedade piauiense, pois mostra a capacidade, determinação e talento de um paratleta do nosso Estado. O Ceir Esportes vem tomando corpo, tomando cara e forma com os grupos de capoeira, time de futebol de amputados e corrida de rua. O Ceir Esportes é isso: é agito, é motivação, é transpor barreiras, é surpreender e ultrapassar limites”, comemora o treinador e supervisor da equipe de Reabilitação Desportiva do Ceir, Childerico Robson.

“Tive que me reinventar para buscar novos propósitos. Hoje sou um paratleta que teve a sorte de contar com motivação e apoio de muitas pessoas”, finaliza Marcos Jeane.


Texto: Andressa Kerllen – Comunicação Ceir

sexta-feira, 15 de junho de 2018

#CeirEsportes

  O paratleta Marcos Jeane, que conquistou duas medalhas de prata na 1ª fase nacional do Circuito Loterias Caixa de Natação 2018, esteve reunido, nesta quinta-feira (14), com o presidente da Fundação dos Esportes do Piauí (Fundespi), José Ribamar Araújo Filho.

  Acompanhado do treinador e supervisor da equipe de Reabilitação Desportiva do Ceir, Childerico Robson e da gerente executiva do Ceir, Hardiane Martins, Marcos agradeceu o apoio da Fundespi para a participação na competição em São Paulo. Também foi reforçada a continuidade do apoio ao paratleta.

“A nossa política é de valorização para que ele sirva de referência para os demais. O Marcos é um exemplo. Estamos muito felizes com o resultado que ele conseguiu e disponíveis para incentivar o esporte”, afirma o presidente da Fundespi, José Ribamar Araújo Filho.

  Marcos conquistou o segundo lugar nos 50 metros livre, categoria S4, e 50 metros peito, na categoria SB3, na 1ª fase nacional do Circuito Loterias Caixa de Natação 2018. Treinando no Centro Integrado de Reabilitação (CEIR), já foi campeão brasileiro em 2017, no mesmo torneio, competindo nos 50 metros peito da categoria SB3, e medalhista na etapa Norte-Nordeste do Circuito Loterias Caixa deste ano, com três medalhas de ouro nas provas de 50 metros livre; 50 metros peito e 100 metros livre da categoria S4.

“Estou muito feliz por ter conquistado essas duas medalhas. Resultado de muito esforço, garra e dedicação”, finaliza Marcos Jeane.

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segunda-feira, 11 de junho de 2018

#CeirEsportes

 O paratleta piauiense Marcos Jeane conquistou duas medalhas de prata na 1ª fase nacional do Circuito Loterias Caixa de Natação 2018, realizado em São Paulo, de 8 a 10 de junho. As medalhas foram conquistadas nas provas 50 metros livre, categoria S4, e 50 metros peito, na categoria SB3.

 Marcos Jeane, treinando no Centro Integrado de Reabilitação (CEIR), já foi campeão brasileiro em 2017, na mesma competição, competindo nos 50 metros peito da categoria SB3, e medalhista na etapa Norte-Nordeste do Circuito Loterias Caixa deste ano, com três medalhas de ouro nas provas de 50 metros livre; 50 metros peito e 100 metros livre da categoria S4.

“O Marcos é motivo de orgulho para nós, do Ceir. Não apenas pelas medalhas conquistadas, mas por tudo o que ele passou até chegar a essas vitórias. São resultados muito bons, que só não foram ainda melhores por conta do frio que atrapalhou um pouco. Mas é um saldo muito importante para toda a sociedade, pois mostra a capacidade, determinação e talento dos paratletas”, afirma Childerico Robson, treinador e supervisor da equipe de Reabilitação Desportiva do Ceir.

 Segundo Marcos, esta “é mais uma conquista movida pela determinação e força de vontade. Esse é mais um sonho realizado e eu sou muito grato a todos que me ajudaram a chegar até aqui”.

 Organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro, o Circuito Loterias Caixa é o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, natação e halterofilismo. Composto por quatro fases regionais e duas nacionais, tem como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país.

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sábado, 26 de maio de 2018

#CapoeiradoCeir

O grupo de capoeira formado por pacientes do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) esteve presente durante as atividades do projeto Vista-se de Gentileza, no Instituto Dom Barreto, nesta sexta-feira (25). O projeto é uma iniciativa da escola em parceria com a Associação Reabilitar e outras instituições e promove experiências e vivências fora do cotidiano aos alunos, onde eles possam ter contato com novas formas de aprendizado.


Pacientes do Ceir com diferentes tipos de deficiência participam do evento, apresentando suas experiências, os entraves e avanços da inserção das pessoas com deficiência na dança.



O supervisor de Reabilitação Desportiva do Centro, Childerico Robson, afirma que, por meio da capoeira, crianças com deficiência física podem usar o esporte como forma de superar limites. “A capoeira auxilia não apenas na reabilitação física, mas no próprio comportamento das crianças. Eles se sentem muito bem nas várias apresentações que realizamos e isso nos deixa felizes e satisfeitos”, disse o supervisor.



O diretor da Associação Reabilitar, Benjamin Pessoa Vale, destacou a satisfação em ver as crianças e jovens do Ceir realizando uma apresentação na escola. “Eu me senti criança novamente aqui com vocês e percebo que em cada um destes jovens está a reconstrução da sociedade brasileira”, pontuou.



A capoeira trabalha o equilíbrio, força, coordenação motora e musicalidade dos pacientes da reabilitação. Além do ganho físico, existe também o motivacional, pois com a atividade esportiva são reforçados o espírito de cidadania, sociabilização e inclusão social.

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terça-feira, 1 de maio de 2018

#CeirEsportes

Quinze pacientes, entre adultos e crianças, do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) participaram, nesta terça (1), do Circuito Clube de Corrida de Rua, realizado em Teresina. Dez crianças participaram do Circuito Kids e cinco adultos largaram nas categorias H e I, atribuída às pessoas com deficiência.

Viviane da Costa e Ismael Sousa venceram na Categoria H, também chamada de Superação. Eles garantiram, respectivamente, os 2º e 3º lugares. Entre os cadeirantes, Auricélia Nunes chegou em 2º lugar; Gervásio Silva conquistou o 3º lugar; Cláudio Soares ficou em 4º e Antônio de Sousa, em 5º.

“Estou muito contente com o resultado dessa prova. A atividade física é minha vida. Sou atleta de halterofilismo, jogo badminton e pratico natação. O esporte é uma alternativa para aqueles que buscam se superar em relação às limitações físicas”, diz a atleta Auricélia Nunes.

Para completar o percurso de 350 m, algumas crianças contaram com um importante suporte: as mães. Rosana Lima, mãe da cadeirante Sofia Lima, de 6 anos, conduziu a filha durante todo o percurso. “Trouxe ela para participar da prova, pois acredito que é possível romper limites que ainda são impostos para uma criança que é cadeirante. Fico feliz em ver ela experimentar emoções diferentes, como as sensações de liberdade e felicidade”, conta a mãe.

“Os atletas adultos contaram com todo o apoio necessário, com muito treino e orientações para que tivessem um bom desempenho. E as crianças que participaram do percurso receberam medalhas. “Nosso intuito foi além das conquistas de medalhas e troféus, queríamos uma experiência inovadora para eles que já participam do nosso grupo de capoeira”, destaca Childerico Robson, supervisor de Reabilitação Desportiva do Ceir.

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sexta-feira, 27 de abril de 2018

#AbrilVerde

No Brasil são registrados cerca de 700 mil acidentes de trabalho por ano, o que coloca o país no 4º lugar no ranking mundial da categoria. Trazendo esse debate e, em alusão ao Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho, celebrado no dia 28 de abril, o Centro Integrado de Reabilitação (CEIR) promoveu, nesta sexta-feira (27), palestras de reflexão sobre o assunto a colaboradores e pacientes do centro. 

Foram abordadas questões como prevenção de acidentes e primeiros socorros, com a mediação dos colaboradores do Ceir: Fabiana Gomes, enfermeira; Childerico Robson, educador físico; Eduardo Sousa, técnico de Segurança do Trabalho, e Leonardo Raphael, gerente de reabilitação física. 

Segundo Fabiana Gomes, o conhecimento de primeiros socorros deve ser aplicado a todas as pessoas. “Esse é um assunto que deveria ser ensinado na escola para quando a pessoa presenciar alguém passando mal, não ficar apavorada e realizar inicialmente a manobra para salvar vida. Qualquer pessoa habilitada pode ser um socorrista”, afirma. 

Também com foco na sensibilização para a prevenção de acidentes, foi realizada ação de intervenção, na quarta-feira (25), com os colaboradores da Oficina Ortopédica do Ceir. As atividades compõem a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho, mobilizada no Centro pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) e setor de segurança do trabalho. 

“A gente busca criar essa cultura de prevenção de acidentes e adoecimentos no ambiente de trabalho. Essa campanha visa a reflexão da sociedade como um todo para que se possa mudar nossa conduta com relação a isso, inclusive, com todas as organizações aptas a terem um corpo técnico para agir nessa prevenção, como é o caso aqui do Ceir, em que temos a CIPA”, frisa Eduardo Sousa, técnico de Segurança do Trabalho.

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