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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Ceir abre roda de capoeira de pessoas com deficiência

30/01/2012 por Cristal Sá

Com os olhos fixos no capoeirista, Fabiano dos Santos, de 11 anos, sonha em reproduzir a ginga do mestre. Ele, que nasceu com paralisia cerebral, comemora os avanços conquistados desde que passou a participar das aulas no Centro Integrado de Reabilitação (CEIR). “Eu gosto muito de jogar capoeira. Só perco quando tenho prova”, garante.

Fabiano foi um dos que trocou a corda verde pela corda amarela na manhã deste domingo (29), em batizado realizado pelo CEIR no Ginásio Poliesportivo Edmilson Jorge, do bairro Dirceu. A cor representa mais um passo no aprendizado e na quebra dos limites impostos pela deficiência.



A dona de casa Nirinalva Mendes da Silva trouxe a família toda para assistir à apresentação do filho, Lyedson Matheus, de 4 anos. Sem esconder o orgulho, ela revela que o filho “melhorou muito desde que começou a fazer capoeira no CEIR. Antes, ele não segurava o pescoço e não tinha equilíbrio nenhum. Agora rola e dobra as pernas”. A conquista é motivo de emoção ainda maior quando a mãe lembra que o obstetra não acreditava na sobrevivência do menino após a constatação da doença no parto.





Para o educador físico do CEIR, Childerico Robson, o trabalho desenvolvido com as crianças é fruto de grande satisfação pessoal. “Me sinto realizado em saber que contribuí nem que seja um pouquinho para a melhoria de vida desses meninos e meninas”, frisou. Hoje, ele trabalha a capoeira como instrumento de reabilitação para 16 crianças que recebem tratamento no Centro.

A atividade deste domingo foi mais uma das iniciativas da instituição no sentido de integrar as pessoas com deficiência. Por esta razão, foi realizada junto com o batizado de capoeiristas do grupo Iê Berimbau, que trabalha com a reinserção social de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade da zona sudeste de Teresina.


Para a mãe do Gabriel, Eliane Ferreira, valeu a pena pegar uma carona de onde moram, na Vila do Avião, para ir ao Dirceu ver o filho provar que uma pessoa com deficiência pode jogar capoeira. “Em apenas 5 meses de treinamento ele já melhorou bastante. Antes caía muito e se machucava. Os médicos dizem que ele tem distrofia muscular. Hoje, ele quase não cai mais. É muito bom ver esse progresso”, pontuou.

Fonte: http://www.ceir.org.br

domingo, 29 de janeiro de 2012

Capoeira em Destaque !!!

Pessoas com deficiência participam de roda de capoeira

domingo, 29 de janeiro de 2012 • 17:17
Com os olhos fixos no capoeirista, Fabiano dos Santos, de 11 anos, sonha em reproduzir a ginga do mestre. Ele, que nasceu com paralisia cerebral, comemora os avanços conquistados desde que passou a participar das aulas no Centro Integrado de Reabilitação (CEIR). “Eu gosto muito de jogar capoeira. Só perco quando tenho prova”, garante.



Fabiano foi um dos que trocou a corda verde pela corda amarela na manhã deste domingo (29), em batizado realizado pelo CEIR no Ginásio Poliesportivo Edmilson Jorge, do bairro Dirceu. A cor representa mais um passo no aprendizado e na quebra dos limites impostos pela deficiência.

A dona de casa Nirinalva Mendes da Silva trouxe a família toda para assistir à apresentação do filho, Lyedson Matheus, de 4 anos. Sem esconder o orgulho, ela revela que o filho “melhorou muito desde que começou a fazer capoeira no CEIR. Antes, ele não segurava o pescoço e não tinha equilíbrio nenhum. Agora rola e dobra as pernas”. A conquista é motivo de emoção ainda maior quando a mãe lembra que o obstetra não acreditava na sobrevivência do menino após a constatação da doença no parto.

Para o educador físico do CEIR, Childerico Robson, o trabalho desenvolvido com as crianças é fruto de grande satisfação pessoal. “Me sinto realizado em saber que contribuí nem que seja um pouquinho para a melhoria de vida desses meninos e meninas”, frisou. Hoje, ele trabalha a capoeira como instrumento de reabilitação para 16 crianças que recebem tratamento no Centro.

A atividade deste domingo foi mais uma das iniciativas da instituição no sentido de integrar as pessoas com deficiência. Por esta razão, foi realizada junto com o batizado de capoeiristas do grupo Iê Berimbau, que trabalha com a reinserção social de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade da zona sudeste de Teresina.

Para a mãe do Gabriel, Eliane Ferreira, valeu a pena pegar uma carona de onde moram, na Vila do Avião, para ir ao Dirceu ver o filho provar que uma pessoa com deficiência pode jogar capoeira. “Em apenas 5 meses de treinamento ele já melhorou bastante. Antes caía muito e se machucava. Os médicos dizem que ele tem distrofia muscular. Hoje, ele quase não cai mais. É muito bom ver esse progresso”, pontuou.


Fotos: Cristal Sá

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Profissionais do setor de Reabilitação Desportiva do Ceir participam de curso na AACD

Os terapeutas do setor de Reabilitação Desportiva do Ceir (Centro Integrado de Reabilitação) participaram do I Curso de Atividade Física Aquática como Recurso Motivacional Terapêutico da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) em São Paulo.
A equipe de Reabilitação Desportiva do Ceir é composta por Gabriella Alves, Lanna Isabelly, Childerico Robson e Slania Bastos. Os profissionais participaram de treinamentos, conheceram o setor de reabilitação desportiva da AACD e puderam trocar experiências com os profissionais da instituição.
“Durante os dois dias nós pudemos comprovar que o nosso setor segue a filosofia de trabalho da AACD, semelhantes na forma de atendimento e estrutura do setor, apesar de o ultimo contato com este setor ter sido em 2006, durante nosso treinamento”, disse o reabilitador desportivo Childerico Robson.
O Ceir e a AACD tem uma ligação muito próxima. Pelo menos uma vez por ano o Centro recebe a visita de profissionais da AACD,exceto a reabilitação desportiva, arte e musicoterapia, para trocar experiências com os profissionais do Centro a fim de compartilhar a atualização da atuação profissional e garantir o melhor atendimento aos pacientes.

Apresentação da equipe de capoeira da AACD
O curso contou com explanações sobre a importância da integração entre fisioterapeutas e educadores físicos no processo de reabilitação, também com análise da indicação de esporte adaptado para as diferentes categorias desportivas e outros.

FONTE: http://www.ceir.org.br/

terça-feira, 18 de outubro de 2011

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Ceir, Seid e Fundespi efetivam parceria para incentivar esporte paraolímpico

O presidente da Fundação dos Esportes do Piauí (Fundespi), Marcos Aurélio Sampaio, esteve no Centro Integrado de Reabilitação – Ceir, na manhã desta quarta-feira (5), para conhecer as instalações do Centro e discutir propostas que efetivem e fomentem o esporte paraolímpico no estado.
Na visita esteve presente o secretário da SEID, Helder Jacobina, o presidente da Associação dos Deficientes Físicos de Teresina, Alexandre Almeida, o coordenador da Fundespi, César Gabriel, o educador físico do Ceir, Childerico Robson, o superintendente executivo do Ceir, Francisco Alencar e o superintendente administrativo do Ceir, Edson Arruda.
O Ceir trabalha com a reabilitação física de pessoas com deficiência. Durante as sessões de reabilitação desportiva, muitos atletas já foram ‘descobertos’, já que o setor de RD além de ser voltado ao tratamento e reinserção do deficiente na sociedade, também efetua a orientação e estimulo ao paciente, visando inserir aqueles com melhor desempenho esportivo em atividades competitivas.
Durante a manhã os visitantes prestigiaram uma partida do futebol de amputados, uma das modalidades praticadas pelos pacientes do Ceir.
A parceria entre o Ceir, Seid e Fundespi inicialmente se concentrará na realização de uma capacitação voltada as pessoas com deficiência física que tem interesse pelo voleibol sentado, modalidade criada em 2007.
O secretário Helder Jacobina explanou que o incentivo para a área de esporte paraolímpico deve ser constante e que a capacitação só reforçará essa proposta.

Futebol para amputados e Grupo de Capoeira do Ceir fazem apresentação no I Congresso Internacional das APAEs

A equipe de futebol de amputado e o grupo de capoeira do Ceir (Centro Integrado de Reabilitação) fizeram uma apresentação na manhã desta sexta-feira (30) no Congresso Internacional das APAEs e Instituições Congêneres, realizado no Atlantic City, zona Sudeste de Teresina. O evento teve abertura na última quarta-feira (28) e discute temas como inclusão social da pessoa com deficiência e políticas públicas voltadas a área.

As duas modalidades esportivas são compostas por pacientes que fazem reabilitação no Centro e descobriram, durante as sessões de reabilitação física, habilidades com os esportes. Além de contribuir no tratamento motor, o futebol de amputados também contribui para melhorar a auto-estima dos atletas.
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O time, coordenado pelo educador físico do Ceir, Childerico Robson, jogou uma partida de apresentação para os participantes do Congresso. Na ocasião, outras atividades esportivas também aconteciam, como o basquete com os times das APAEs de Teresina e Parnaiba, badminton e futsal.
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Carlos Roberto, que faz parte da Federação Piauiense de Esporte da Pessoa com Deficiência do Piauí, explica que o espaço onde acontecem os jogos, foi planejado para ser uma área de recreação e também para oportunizar a promoção dos esportes para deficientes.


No congresso estão sendo contemplados vários eixos temáticos como família, políticas públicas de inclusão social, direitos e garantias, acessibilidade, saúde, sexualidade e esportes. Pelo menos 430 pessoas diretamente ligadas às Apaes participaram do evento.

FONTE: www.ceir.org.br