FONTE: www.youtube.com
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segunda-feira, 14 de agosto de 2017
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
#CeirEsportes I Paratleta é campeão brasileiro
Mais de 200 paratletas de todo o país participaram da segunda etapa Nacional do Circuito Loterias Caixa, realizado nesse final de semana, em São Paulo. A competição contou com um piauiense, que trouxe para casa o título de campeão brasileiro nos 50 metros peito da categoria sb3.
Marcos Jeane treina há pouco mais de um ano no Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), onde faz tratamento, e deixou para trás paratletas de grandes Centros, como a AACD, e o medo de encarar uma competição nacional.
“No início eu fiquei bastante nervoso e não fui bem na primeira prova. Mas no segundo dia, acreditei e consegui. Agora é continuar treinando para as próximas etapas”, conta Marcos Jeane, que ficou em 4° lugar nos 50 metros livre da categoria s4, mas conquistou ouro nos 50 metros peito da categoria sb3.
O paratleta está classificado para a fase final do Circuito Loterias Caixa, que acontece em outubro, em São Paulo. Essa competição é o mais importante evento paralímpico de atletismo, natação e halterofilismo do país, organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa, e abre as portas para competições mundiais.
“Estavam na competição os melhores paratletas do país. E o desempenho do Marcos foi espetacular, superou as minhas expectativas. Vamos intensificar os treinos para voltarmos com mais força, velocidade e desempenho na final”, destaca o treinador Childerico Robson, reabilitador desportivo do Ceir.
A ida do Marcos Jeane ao Circuito contou com o apoio da Secretaria Estadual para Inclusão da Pessoa com Deficiência (Seid) e da Fundação dos Esportes do Piauí (Fundespi).
Futebol para amputados
No final desta semana, o time de futebol para amputados do Ceir disputa com o Corinthians na II Copa Nordeste de Futebol para Amputados, em Fortaleza. O time é o atual vice-campeão da competição.
Texto: Cláudia Alves – Comunicação Ceir
FONTE: www.ceir.org.br
Paratleta do Ceir representa o Piauí em São Paulo
O paratleta irá competir neste sábado (5), no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, nos 50 metros peito e livre.

O Ceir Esportes é uma marca que tem sido aposta do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) e revelado talentos do paratletismo piauiense. Pela primeira vez, um paratleta da instituição irá representar o Piauí na etapa Nacional do Circuito Loterias Caixa, que acontece neste final de semana em São Paulo.
É o Marcos Jeane, que estreou neste ano na etapa Norte-Nordeste do Circuito Loterias Caixa, que aconteceu em abril no Recife, conquistando três medalhas de ouro na natação e a classificação para a etapa Nacional. “Quando eu comecei na natação, a tinha somente como uma terapia. Hoje eu a tenho como um incentivo a buscar sempre mais e a superar os meus próprios limites”, diz Marcos Jeane, de 24 anos, que aos 18 teve as pernas e braços amputados por conta de complicações de uma meningite.
O Circuito Loterias Caixa é o mais importante evento paralímpico de atletismo, natação e halterofilismo do país, organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Somente na etapa Norte-Nordeste da competição, paratletas do Ceir já conquistaram 28 medalhas, sendo 17 ouros, 8 pratas e 3 bronzes.
“Em todas as vezes que competimos, nossos atletas se classificaram para a etapa Nacional, mas por falta de apoio não conseguíamos seguir na competição. Mas desta vez, com o apoio da Fundespi e da Seid, o Marcos tem sido a nossa aposta”, comenta o treinador Childerico Robson.
O paratleta irá competir neste sábado (5), no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, nos 50 metros peito e livre. E terá o último treino nesta quinta-feira (3), no Centro Integrado de Reabilitação.
Ceir Esportes
É na capoeira, natação, basquete em cadeira de rodas, futebol para amputados – além do tiro com arco e parabadminton, atividades desenvolvidas com parceiros –, que pacientes, pessoas com deficiência físico-motora e intelectual, têm se transformado em paratletas, com o sonho de chegar ao lugar mais alto do pódio e têm chegado. No Ceir, o esporte tem revelado grandes talentos, que conquistam mais do que medalhas e títulos: a superação de desafios e os seus próprios limites.
Autoria: Cláudia Alves
FONTE: www.pi.gov.br
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domingo, 14 de maio de 2017
Vista-se de Gentileza
Um projeto desenvolvido pelo Instituto Dom Barreto (IDB) está aproximando alunos do 7° ano da instituição à realidade da pessoa com deficiência no Piauí por meio do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir).
Nesta sexta-feira (12), um grupo formado por pacientes e familiares, representantes e voluntários do Ceir foi ao IDB para uma troca de experiências que contou com depoimentos e roda de capoeira.
“Quando eu tinha 16 anos sofri uma meningite que me deixou com pernas e braços amputados”, conta Marcos Jeane. “Você tem uma vida normal e do dia para a noite ela muda completamente”, complementa Ingred Lopes, que por sofrer um acidente de escada no ano passado ficou tetraplégica.
Marcos e Ingred têm a mesma idade, 23 anos, e histórias de vida que deixaram os alunos, que lotaram o ginásio da escola, aos aplausos e admiração. Após os depoimentos, alguns puderam fazer perguntas e tirar dúvidas.
Mas a surpresa do encontro não foi só essa: crianças cadeirantes e com paralisia cerebral puxaram uma roda de capoeira com os estudantes, que entraram no ritmo e no gingado, jogando com os pacientes uma dança que vai além da capoeira, pois trata de inclusão e troca de gentilezas.
“Somos duas instituições que abraçamos causas nos vestindo de gentilezas. Essa é uma parceria que está nascendo e plantando frutos para a sociedade”, conta o médico Benjamim Pessoa Vale, presidente voluntário da Associação Reabilitar, entidade social que administra o Ceir.
Na próxima quarta-feira, dia 17 de maio, as instituições realizam mais uma ação do Projeto “Vista-se de Gentileza”. As mães atendidas pela Clínica de Microcefalia do Ceir vão ganhar uma festa, que será realizada a partir das 16h40, no auditório do Centro.
Confira algumas fotos:
Nesta sexta-feira (12), um grupo formado por pacientes e familiares, representantes e voluntários do Ceir foi ao IDB para uma troca de experiências que contou com depoimentos e roda de capoeira.
“Quando eu tinha 16 anos sofri uma meningite que me deixou com pernas e braços amputados”, conta Marcos Jeane. “Você tem uma vida normal e do dia para a noite ela muda completamente”, complementa Ingred Lopes, que por sofrer um acidente de escada no ano passado ficou tetraplégica.
Marcos e Ingred têm a mesma idade, 23 anos, e histórias de vida que deixaram os alunos, que lotaram o ginásio da escola, aos aplausos e admiração. Após os depoimentos, alguns puderam fazer perguntas e tirar dúvidas.
Mas a surpresa do encontro não foi só essa: crianças cadeirantes e com paralisia cerebral puxaram uma roda de capoeira com os estudantes, que entraram no ritmo e no gingado, jogando com os pacientes uma dança que vai além da capoeira, pois trata de inclusão e troca de gentilezas.
“Somos duas instituições que abraçamos causas nos vestindo de gentilezas. Essa é uma parceria que está nascendo e plantando frutos para a sociedade”, conta o médico Benjamim Pessoa Vale, presidente voluntário da Associação Reabilitar, entidade social que administra o Ceir.
Na próxima quarta-feira, dia 17 de maio, as instituições realizam mais uma ação do Projeto “Vista-se de Gentileza”. As mães atendidas pela Clínica de Microcefalia do Ceir vão ganhar uma festa, que será realizada a partir das 16h40, no auditório do Centro.
Confira algumas fotos:
FONTE: www.ceir.org.br
É ouro I Pacientes da natação conquistam ouros em Recife
Nesse final de semana, foi realizada em Recife a etapa Norte-Nordeste do mais importante evento paralímpico de atletismo, natação e halterofilismo do país: o Circuito Loterias Caixa, evento organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. A competição contou com a participação de dois paratletas piauienses na natação.
Aos 23 anos, Marcos Jeane fez sua estreia subindo três vezes ao lugar mais alto do pódio. Com braços e pernas amputadas devido a complicações de uma meningite, o piauiense, natural de Corrente, competiu em três provas: 50 metros peito e livre e 100 metros livre, passando na frente dos adversários e trazendo as medalhas de ouro para casa.
Do outro lado, estava Nayara Linhares que, aos 24 anos, já coleciona mais de 20 medalhas em seis anos de competição. A paratleta, que é cadeirante por conta de uma paralisia cerebral, conquistou três ouros e uma prata em quatro provas, 50 metros costas e livre e 100 metros livre e peito.
O resultado é fruto de um trabalho de reabilitação aliado ao esporte desenvolvido no Centro Integrado de Reabilitação (Ceir). “Nós atuamos com uma reabilitação desportiva que objetivo o tratamento do paciente, mas temos descoberto talentos e trabalhado por eles”, comenta o educador físico Childerico Robson.
Os paratletas conquistaram índices para a etapa nacional da competição, que contou, nessa edição, com mais de 400 participantes.
Aos 23 anos, Marcos Jeane fez sua estreia subindo três vezes ao lugar mais alto do pódio. Com braços e pernas amputadas devido a complicações de uma meningite, o piauiense, natural de Corrente, competiu em três provas: 50 metros peito e livre e 100 metros livre, passando na frente dos adversários e trazendo as medalhas de ouro para casa.
Do outro lado, estava Nayara Linhares que, aos 24 anos, já coleciona mais de 20 medalhas em seis anos de competição. A paratleta, que é cadeirante por conta de uma paralisia cerebral, conquistou três ouros e uma prata em quatro provas, 50 metros costas e livre e 100 metros livre e peito.
O resultado é fruto de um trabalho de reabilitação aliado ao esporte desenvolvido no Centro Integrado de Reabilitação (Ceir). “Nós atuamos com uma reabilitação desportiva que objetivo o tratamento do paciente, mas temos descoberto talentos e trabalhado por eles”, comenta o educador físico Childerico Robson.
Os paratletas conquistaram índices para a etapa nacional da competição, que contou, nessa edição, com mais de 400 participantes.
Confira algumas fotos:
FONTE: www.ceir.org.br
sábado, 3 de dezembro de 2016
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Apresentação da capoeira marca I Semana de Arte e Cultura da Estácio Ceut
Os primeiros passos começam tímidos, mas efusivos. Aos poucos, o pandeiro dita o ritmo, o som do berimbau harmoniza a ginga e logo a alegria contagia os presentes. E assim o Grupo de Capoeira do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), formado por crianças pacientes da instituição, surpreendeu e encantou mais uma vez durante apresentação, nesta sexta-feira (19), na I Semana de Arte e Cultura promovida pela Estácio Ceut.
Comandados pelo supervisor de Reabilitação Desportiva do Ceir, Childerico Robson, durante a apresentação logo se percebe que as crianças precisam apenas de mais um incentivo, apenas de uma palavra de apoio, para que possam transpor qualquer restrição na função de locomoção e coordenação motora.
Prática tipicamente brasileira, a capoeira auxilia no desenvolvimento humano de diversas formas e com as crianças do Ceir não é diferente. Promovendo a modalidade como instrumento de qualidade de vida, educação, resgate de cidadania e inclusão social, o projeto tem garantido benefícios físicos e psicológicos aos pequenos pacientes. Os resultados positivos podem ser medidos pela opinião de quem vivencia o projeto.
“O Lucas (Nascimento) está com mais de um ano praticando a capoeira no Ceir. Isso tem ajudado muito no desenvolvimento e minimizado as dores que ele sente em virtude do problema de medula presa – doença neurológica que limita os movimentos. Aos poucos ele tem melhorado e só tenho a agradecer aos profissionais que contribuem para isso”, explica cheia de orgulho Aldeniza Nascimento, mãe do pequeno Lucas.
De acordo com Childerico Robson, entre os inúmeros benefícios, a capoeira favorece o equilíbrio, atenção e raciocínio das crianças. “Além de promover o desenvolvimento cognitivo, ao estimularmos às crianças com a prática da capoeira, trabalhamos a educação de uma forma que sejam respeitados o tempo e os limites individuais. Por meio da musicalidade e do ritmo vivenciados nos movimentos, eles ficam mais atentos, o que ajuda a conhecer melhor o próprio corpo e a respeitar o espaço do colega”, frisa Childerico.
Deste modo, a capoeira se revela como um importante instrumento de inclusão para os pequenos pacientes do Ceir. Além dos benefícios físicos, a modalidade favorece o fortalecimento da disciplina e estimula as funções psicoemocionais. Afinal, o esporte é um meio de sociabilização e resgate de valores sociais.
FONTE: www.reabilitar.org.br
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