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sábado, 3 de agosto de 2013

Capoeira é usada como esporte de reabilitação para deficientes físicos

Atividade é praticada em centro de reabilitação, localizado em Teresina (PI). Professor garante: “Não é moleza, capoeira igual a qualquer lugar do mundo”.

Por: Wenner Tito
Capoeira no Ceir (Foto: Wenner Tito)
Childerico, de verde, durante aquecimento com os garotos no CEIR.
A capoeira é famosa por sua ginga, acompanhada de movimentos acrobáticos e coreografados de quem está participando da roda. Por isso mesmo pode parecer surpreendente saber que um grupo de crianças e jovens com dificuldades motoras praticam o esporte no Centro Integrado de Reabilitação (CEIR), espaço voltado para a recuperação de pessoas com deficiência física ou motora em Teresina (PI). O professor Childerico Robson, responsável pela atividade, garante: "Não tem moleza não, aqui é capoeira como em qualquer lugar do mundo".

As aulas de capoeira são praticadas desde a inauguração do espaço, há cinco anos, todas as sextas-feiras. O esporte é utilizado como ferramenta de reabilitação para os deficientes, melhorando a coordenação motora, a força e o equilíbrio. Mas o principal efeito, como conta o instrutor Childerico Robson, é psicológico. "A interação social melhora muito, junto com a autoestima, a gente consegue libertar o ser aqui. Geralmente eles chegam contidos, mas se soltam e aí o céu é o limite", conta.

Os treinos seguem o ritmo e a filosofia de qualquer roda de capoeira. Childerico lembra que geralmente os alunos começam receosos, com medo de cair ou não conseguir fazer os movimentos, algo que fica para trás com o passar do tempo. "A capoeira exige muito do corpo. Nem todo mundo tem a mesma flexibilidade, então é preciso trabalhar dentro dos próprios limites, e isso é em qualquer roda de capoeira. Aqui eles aprendem a conviver com as próprias limitações e com as dos outros também", afirma.

Mas engana-se quem pensa que por respeitar os limites o instrutor está falando em pegar leve. Childerico fala durante todo o treino. E fala alto. Cobra, gesticula, manda repetir o movimento. Como ele mesmo diz, apesar de ser usada para reabilitação, a atividade que acontece ali não é nenhum tipo de terapia, é capoeira mesmo. "Para mim o pior deficiente é quem não vê o que eles podem fazer e acha que eu tenho que ficar alisando, dando beijinho e pegando na mão. Aqui tem exigência, é capoeira como em qualquer lugar do mundo", diz.

Capoeira no Ceir (Foto: Wenner Tito)
Hélio recebe auxílio na cadeira de rodas para poder participar
Os resultados são vistos no dia a dia dos alunos. Hélio Jansen tem 26 anos e nasceu com uma deficiência congênita, que atrofiou seus movimentos e o deixou em uma cadeira de rodas. Nada que o impeça de ter uma vida normal, estudando direito, dirigindo o próprio carro e, claro, praticando capoeira. Para ele, algo mais eficaz do que a própria terapia, justamente por não parecer com uma. "Eu ia fazer fisioterapia e não me sentia bem. Quando disseram que não precisava mais, me indicaram uma atividade desportiva e eu escolhi a capoeira. Estou aqui há alguns meses e já percebo alguns avanços, porque é algo prazeroso, você está praticando um esporte e não só fazendo um tratamento" diz o jovem.

Alguns alunos mais jovens também são encontrados no meio da roda. É o caso de Gustavo, de apenas 6 anos, que não esconde a ansiedade ao chegar ao Centro para começar mais uma aula. Gustavo nasceu com um problema que o levou para a mesa de cirurgia antes dos dois anos de idade. Sobreviveu, mas com os movimentos seriamente comprometidos, algo que vem sendo revertido no meio do Paranauê. "Hoje ele já tem 70% de todos os movimentos, graças à capoeira. Quando chega o dia ele fica logo perguntando que horas eu vou levar ele, fica animado, já corre. Quem conhecia ele antes vê hoje uma diferença enorme", conta Ramiro Bacelar, pai do garoto.

Assim como Gustavo e Hélio, são muitos outros os exemplos de crianças e jovens que encontram na capoeira do Ceir uma oportunidade de serem iguais. Não privilegiados, com treinos mais leve, mas tratados no mesmo nível, praticando um esporte que, teoricamente, teria tudo para não dar certo com eles. Mais que uma atividade física ou esporte, uma lição de superação.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Ceir concorre em 2013 ao Prêmio de Inclusão Social

Ceir concorre em 2013 ao Prêmio de Inclusão Social realizado pelo Sistema Meio Norte de Comunicação. O Centro Integrado de Reabilitação - CEIR concorre com as atividades da reabilitação desportiva.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Equipe de Amputados da Seid enfrenta time de Veteranos de José de Freitas

Em uma partida de Futebol de Salão realizada neste domingo (14), no Ginásio Poliesportivo em José de Freitas, uma equipe de portadores de deficiência física mostraram que são invencíveis em quadra, e que se superaram cada vez mais no seu modo de viver.

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Equipe de Futsal de portadores de necessidade especial da Seid

O time, formado somente por amputados, que recebem atendimento fisioterápico através da Secretaria Estadual para Inclusão de Pessoa com Deficiência (Seid), vem ganhando visibilidade nesta modalidade de esporte, mas principalmente, pela iniciativa dos próprios praticantes.

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Time dos Veteranos da cidade de José de Freitas

Na demonstração das suas habilidades com a bola, a seleção da Seid, que vem fazendo apresentações em todo o Piauí, enfrentou a equipe de Veteranos do município, que tinha como um dos jogadores, o prefeito Josiel Batista, que já foi secretário de Esportes da cidade.

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Momento em que o prefeito Josiel Batista dividia uma jogada com a equipe da Seid

“Esse jogo foi uma oportunidade de mostrar que a dedicação pode levar a superação. É interessante vê cada jogada desenvolvida por esses atletas, que mesmo sendo portadores de necessidades especiais, demonstram o quanto vale apena viver”, disse o prefeito.

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Atletas mostram em quadra a força de vontade que leva a superação

Para Thesco, morador do bairro Suco de Uva, e que faz parte da equipe da Seid, os deficientes também tem o seu espaço diante da sociedade. “O deficiente também tem a sua vez. Estamos percorrendo todo o Piauí mostrando que somos importantes e que também somos capazes”, falou o atleta.

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Thesco, jogador da equipe da Seid em entrevista para o radialista Arimatéa Ferreira

Além das apresentações realizadas pelo Estado, sempre em parceria com as prefeituras municipais, os jogadores estão em intenso treinamento para participarem da próxima edição do Campeonato Nacional de Amputados, que acontecerá no ano de 2014.

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Prefeito Josiel Batista com jogadores durante partida de futebol no Ginásio Poliesportivo

O técnico do time, Childerico Robson, informa que o Time de Futebol de Amputados treina e representa o CEIR tendo o SEID como grande parceiro e incentivador na realização desse projeto.

FONTE: www.jfagora.com
FOTOS: Adailton Martins

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Prêmio Piauí Inclusão Social 2013: Reabilitação e esporte se unem com sucesso no Piauí

Desde que começou a funcionar, o Centro Integrado de Reabilitação, o CEIR, tem conquistado mais espaço entre os grandes centros de tratamento do País

Por: Samira Ramalho


Com cinco anos de um trabalho exemplar no Piauí, o Centro Integrado de Reabilitação - CEIR comemora muitas conquistas e leva aos seus pacientes as melhores formas de superar as deficiências. A reabilitação desportiva aplicada no Centro é fonte também de esperança e mudança de vida para a muitas pessoas que são reabilitadas. Não se restringe apenas ao desenvolvimento do organismo, mas de resgate da autoestima. Ao todo, são 200 pessoas sendo atendidas com a reabilitação e cinco delas estão em processo de treinamento para competições.

As modalidades oferecidas são: natação, capoeira, hidroginástica, futebol de amputados, dança, basquete de cadeira de rodas. A natação é um dos esportes onde estão saindo premiados paratletas e eles encaram a  situação como momentos de superação.


Benjamim Pessoa Vale é presidente voluntário da Associação Reabilitar, entidade social sem fins lucrativos que administra o Ceir desde a fundação e acredita ainda que o esporte é essencial para a inclusão. "Com o trabalho desempenhado aqui no Ceir, podemos comprovar que o esporte está entre as principais formas de inclusão social e de resgate da autoestima de quem possui algum tipo de dificuldade de locomoção. Além dos benefícios físicos, a prática desportiva desenvolve o relacionamento interpessoal entre os pacientes e os encoraja a superar os próprios limites".

O instrutor de educação física do Ceir, Childerico Robson, explica como o esporte é inserido no processo de reabilitação. O paciente utiliza a prática esportiva através de propostas de tratamento acrescentadas através de avaliação médica e da equipe que cuida do paciente e que necessita de total adesão do reabilitado. “O paciente só entra em processo de treinamento de acordo com a evolução e o interesse que ele demonstra pelo esporte e os benefícios são numerosos. Para a pessoa amputada, melhora o condicionamento físico para quem usa próteses, que exigem um preparo para que ele aprenda a suportar o peso, além do fundamental controle do peso”, disse o educador físico.

ATLETAS DA NATAÇÃO

Há cinco anos na reabilitação esportiva do Ceir, Ana Kássia, 15 anos, é uma grande aposta para as competições de natação. Há três anos competindo com jeito de profissional, já contabiliza 15 medalhas, sendo duas de ouro, além de excelentes colocações em paraolimpíadas escolares de nível nacional. Diariamente a adolescente divide o seu tempo entre as raias do Centro, a escola e o sonho de ser uma atleta olímpica. Todo este empenho e coragem está direcionado para as competições de 2016 no Rio de Janeiro. 

Com apenas uma das pernas, Ana Kássia faz o que poucos se propõem: acredita. “Hoje eu me sinto muito diferente. Por conta do que aconteceu, nunca imaginei que iria estar onde eu estou hoje”. Da infância, a garota tem lembranças duras. Com apenas seis anos teve uma das pernas amputadas durante um atropelamento, em que um veículo sem controle invadiu a calçada de sua casa.

Quem também agarrou a sua forma de reabilitação como um passo para a mudança de sua vida foi a nadadora Naiara Maria Linhares, 21 anos, há cinco em reabilitação no Ceir e três em treinamento. Desde o início de sua rotina de competições, a jovem ganhou 14 medalhas, cada uma com importância inestimável.



A jovem tem paralisia cerebral, o que comprometeu a sua locomoção. Ela foi submetida a sete cirurgias e logo iniciou a natação como forma de reabilitação. “Foi nadando que eu consegui me desenvolver fisicamente, aumentar meu equilíbrio e força, pois eu andava só na cadeira de rodas e hoje eu já consigo caminhar com a ajuda do andador”.

De longe os profissionais do Centro enxergaram o seu potencial para o nado, além de um forte espírito de competição. "A minha palavra para o que eu faço é superação”. Além do esporte, a moça se dedica aos estudos para entrar em uma faculdade de Psicologia, considerada o seu mais importante objetivo de vida, assim como competir nas Olimpíadas de 2016.

TIME DE AMPUTADOS É ESTRELA NO ESPORTE DO CEIR

Outra estrela do esporte no Centro de Reabilitação é o time de futebol de amputados, formado por ex-jogadores que recuperaram uma nova maneira de viver bem e fazer o que tanto gostavam. O time também faz parte de um projeto maior idealizado pelo educador físico Childerico Robson.

Juntos viajam pelos municípios para mostrar a reabilitação desportiva e sensibilizar gestores e profissionais para a riqueza dos esportes para as pessoas com deficiência. O primeiro a receber o grupo foi Valença no mês de junho e o próximo será José de Freitas, ainda em julho. “Nós queremos despertar o desejo nessas pessoas pelo interior e resgatá-las da falta de possibilidades, pois sempre vai haver demanda de pessoas que necessitam da reabilitação. Pretendemos propor ao poder público local que projetos de reabilitação sejam implantados no local, além de incentivar estudantes de educação física de outros municípios para que desenvolvam projetos nesses locais”, disse o educador físico Childerico Robson, que trabalha com reabilitação há 14 anos.

MUITA GINGA E BERIMBAU



A prática da capoeira é outra grande fonte de diversão para crianças em reabilitação. Com aulas semanais, cerca de 15 crianças se reúnem em uma roda de capoeira com direito a toda a ginga e berimbau. Crianças com qualquer tipo de deficiência física podem participar deste momento.

Com apenas 10 anos de idade Emilly Emanuele sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) e cedo demais teve de enfrentar uma realidade pesada. Com uma das pernas afetadas e dificuldades grandes de locomoção, ela iniciou tratamento do Ceir e há alguns meses participa das capoeiras. Hoje, aos 12 anos já comemora as primeiras evoluções e muitos amigos que conheceu durante o tratamento.

O pai da garota, Jean Carter Elegance, disse que os problemas motores da menina já melhoraram em 10% desde o início da prática, mas os benefícios estão além. “Por causa da capoeira ela tem muita convivência com pessoas e melhorou muito; antes era muito agitada e pensava negativamente, depois começou a se desenvolver e ficou mais tranquila”, disse o pai.

Convidado especial para as atividades do dia, o capoeirista mestre Touro aprova o uso da capoeira na reabilitação e motivação dessas crianças. “Nós podemos ver a amplitude nas áreas cultural, social e esportiva, no entanto a área de reabilitação ainda é pouco conhecida, mas é um trabalho importante que envolve a pessoa, principalmente na autoestima. Os métodos da capoeira ajudam muito no dia a dia e qualquer pessoa com deficiência pode participar, mas para isso é importante ter um professor capacitado com conhecimentos tanto sobre capoeira e reabilitação para cruzar as duas áreas. É o caso do professor Childerico”, disse o mestre de capoeira.

Ao longo destes cinco anos, o número de profissionais na reabilitação desportiva aumentou, assim como as modalidades esportivas ofertadas. Isso porque o Ceir e a Associação Reabilitar acreditam neste tipo de tratamento. "Estamos sempre revendo o que pode ser melhorado para atender a demanda, que cresce a cada dia", disse o presidente Benjamim Pessoa Vale.

FONTE: www.meionorte.com

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Workshop no Ceir debate a importância do esporte na reabilitação de pessoas

Por: Thaís Araújo


Como o esporte pode ajudar no tratamento para a reabilitação física de pessoas foi o tema do I Workshop da Equipe de Reabilitação Desportiva do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), que aconteceu neste sábado (29), no auditório da instituição. O evento foi direcionado para estudantes de educação física de Teresina, com o objetivo de despertar o interesse para esta área de atuação da profissão.

Com cerca de 140 pacientes atendidos a cada mês, nas modalidades esportivas da natação, basquete, futebol e capoeira, a reabilitação desportiva (RD) é uma das terapias  que mais abrange pacientes no Ceir, atualmente. O educador físico Childerico Robson, da equipe de RD do Ceir, relembrou toda a trajetória de instalação e funcionamento do Ceir, bem como da implantação do setor. Todo o trabalho se espelhou no que é desenvolvido na unidade central da Associação de Assistência à Criança com Deficiência (AACD).

“Durante os treinamentos na AACD, o que ficou muito claro para nós foi o quanto o esporte incentiva e trabalha a autoestima dos pacientes, motivando-os a seguir o tratamento e tocar a vida”, relatou Childerico durante o workshop.

A equipe também destacou outra área de atuação da reabilitação desportiva no Ceir, que é a descoberta e preparação de paratletas. “Sentimos essa necessidade por ver que, após terem alta, alguns pacientes não tinham locais adequados para continuar os treinamentos. Hoje, temos paratletas que se destacam até nacionalmente em competições”, afirmou Lanna Carvalho, também da equipe de RD do Ceir, dando como exemplo os pacientes da natação e do futebol para amputados.

Mãe do pequeno Yves Reis, de quatro anos, Katiucy Freitas relatou durante o workshop a evolução do filho após iniciar o tratamento de reabilitação no Ceir e praticar a terapia da reabilitação desportiva. “Antes da capoeira, por exemplo, meu filho não conseguia levantar sozinho e hoje ele está assim, correndo e fazendo várias coisas que os médicos afirmaram não ser possível”, relata Katiucy. Yves teve paralisia cerebral e, entre outras terapias, faz natação e capoeira na reabilitação desportiva do Ceir.

A estudante de educação física da Universidade Federal do Piauí (UFPI), Amanda Soares, destacou a importância da realização do workshop. “É uma área pouco explorada aqui no Piauí e que tem um trabalho que deve ser muito gratificante”, finalizou a estudante.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Capoeiristas do Ceir se apresentam no novo Teresina Shopping

Por: Diego Rodrigues

Nesse domingo (9), um grupo de pacientes do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), que pratica a capoeira para o auxílio na reabilitação, se apresentou na praça de eventos do recém-ampliado Teresina Shopping.

O coordenador de marketing e eventos do shopping, Alberto Moura, afirma que conheceu o trabalho do Ceir através de uma visita que fez à instituição e sempre procura apresentações dos pacientes nos eventos realizados pelo shopping.

“Nós visitamos o Ceir e conferimos de perto o brilhante trabalho realizado lá. Agora, sempre que produzimos eventos, convidamos a instituição para mostrar à sociedade o que se faz no Centro”, frisa Alberto Moura.

De acordo com o coordenador de reabilitação desportiva do Ceir, Childerico Robson, é um prazer mostrar um dos trabalhos realizados pelo Centro e os pacientes ficam ainda mais motivados com o apoio do público.

“Os pacientes gostam bastante quando recebemos o convite de empresas e órgãos públicos para nos apresentar. É sempre um prazer para nós e, principalmente, para os pacientes, que ficam ainda mais motivados com as palmas do público”, afirma Childerico.

No setor de reabilitação desportiva do Ceir, a capoeira é um dos esportes oferecidos aos pacientes em tratamento. Além de fomentar a socialização, autoestima e independência do paciente, a atividade é, também, responsável pelo ganho de agilidade, força muscular e coordenação motora. O projeto é patrocinado pelo Instituto Bioanálise.