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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Paratletas do Ceir se preparam para competições em 2013

O Centro pretende levar cinco paratletas para o Circuito Loterias Caixa de Atletismo, Halterofilismo e Natação.

Por Glenda Uchôa

Paratletas do Ceir (Foto:Regis Falcão)
  Os paratletas do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) intensificam treinamentos para as competições regionais e nacionais previstas para o ano de 2013. A mais próxima é o Circuito Loterias Caixa de Atletismo, Halterofilismo e Natação, que acontecerá em março deste ano, com sede em Manaus/AM. O Centro pretende levar cinco paratletas para o Circuito.

“Com o apoio do Governo do Estado e do Ceir, já conseguimos que nossos paratletas participassem de importantes campeonatos. Os pacientes dão entrada ao Centro para a reabilitação, mas os que apresentam habilidade e vontade para competição são enquadrados nos treinos. Já descobrimos muitos talentos”, explica o reabilitador físico do Ceir, Childerico Robson.

  Na instituição, cerca de 30 pacientes estão enquadrados nos treinamentos competitivos. A jovem Nayara Linhares, 20 anos, já recebeu alta de todas as terapias e, atualmente, realiza duas horas de treinamentos diários nas piscinas. Ela foi diagnosticada com paralisia cerebral ao nascer, doença que comprometeu o movimento dos membros inferiores.

  Nayara descobriu a habilidade para a natação durante as sessões de reabilitação desportiva no Ceir. Agora, a jovem já acumula medalhas e experiências de vida proporcionadas pela natação. “Quando comecei a nadar não imaginei chegar até aqui e participar de todas essas competições. Hoje em dia me sinto mais forte, mais segura e até mais capaz”, disse.

  A mãe, Gisele Soares, fã número um de Nayara, conta que sempre acreditou na capacidade da filha. “Sempre acreditei em cada objetivo da minha filha. Eu costumo falar que ela é capaz de tudo e sou uma das maiores incentivadoras dos projetos dela. Fico feliz em acompanhar toda a evolução dela”, relata Gisele.

  No Ceir, além da natação, os paratletas do futebol de amputados também treinam para disputa de campeonatos. Além dessas duas modalidades, o Centro oferece outras atividades desportivas como o basquete de cadeira de rodas, capoeira e dança.

  Segundo o reabilitador desportivo, Childerico Robson, os treinamentos intensificados visam à preparação dos paratletas para o Campeonato Nacional de Futebol para Amputados, a Paraolimpíada Escolar, a Paraolimpíada Estadual, além de outros campeonatos nacionais.

FONTE: www.piaui.pi.gov.br

sábado, 19 de janeiro de 2013

Equipe do Bioanálise visita CEIR para firmar parceria com a instituição

19-01-2013 09:30:00

Equipe do Bioanálise visita CEIR para firmar parceria com a instituição  Na manhã de sexta-feira (18), o empresário do Laboratório Bionálise, Sylvio Romano, visitou a estrutura do Centro Integrado de Reabilitação, o CEIR. O coordenador da Reabilitação Desportiva do CEIR, Childerico Robson, acompanhou a equipe e mostrou todas as áreas de reabilitação do Centro. Em seguida, fez breve apresentação de uma palestra que demonstrou os avanços alcançados pelos pacientes por meio das atividades desenvolvidas.
   O projeto de Reabilitação Desportiva por meio da capoeira iniciou com cerca de 3 alunos e hoje já atende a demanda de 30 pacientes. Crianças, jovens e adultos com alguma deficiência e que encontram ali, uma forma de adquirir coordenação motora, equilíbrio, força muscular, ritmo, sociabilização e, acima de tudo, companheirismo.
  Sylvio Romano, após conhecer a instituição, dirigiu-se à quadra de esportes, para assistir uma apresentação do grupo de capoeira do Centro. Emocionado, lembrou-se do dia em que viu pela primeira vez a apresentação dos pacientes no Complexo Cultural da Ponte Estaiada. Dali, surgiu a vontade de realizar ações de responsabilidade social em parceria com o Centro Integrado de Reabilitação, onde o Bioanálise acredita na reintegração social de crianças que utilizam o esporte como alternativa para superar desafios e vencer a deficiência.
  Sylvio, que já foi aluno de Childerico, ficou impressionado com a organização e com o calor humano do CEIR. Encantado, pretende firmar parcerias para desenvolver projetos socioambientais entre sua empresa e a instituição.
  Childerico ainda expôs que além de ajudar os pacientes do CEIR, o projeto de capoeira inclui, também, os pais e acompanhantes das pessoas com deficiência.
  A roda e os ensaios de capoeira acontecem na quadra da própria sede e funciona como terapia, a única da instituição que inclui um grupo, com número sugestivo de pessoas ao mesmo tempo. “O objetivo do projeto é trabalhar com atividades terapêuticas e de vida”, finaliza o coordenador.
 
O projeto
 
  O projeto de capoeira que trabalha a reabilitação e inclusão de crianças com necessidades especiais envolve sensibilidade e afetividade. Através da terapia, crianças com deficiência física usam o esporte para superar limites. Na roda de capoeira, os pacientes desenvolvem o equilíbrio e a coordenação. Mas um dos principais elementos ajustados com a atividade é a motivação.
  Além de ajudar no tratamento, o objetivo da reabilitação com a capoeira é quebrar preconceitos. O coordenador do setor de reabilitação desportiva, Childerico Robson, afirma que a sociedade deve aprender com as crianças a aceitar as diferenças. “As diferenças devem servir para aproximar, ao invés de separar as pessoas. A capoeira trabalha como ferramenta de inclusão social e arma de cidadania e reabilitação”, frisa Childerico Robson.
 
A parceria
 
  A parceria será um apoio financeiro ao projeto de capoeira para manutenção do mesmo. A ação não condiz com caridade, nem doação, e sim o cumprimento de uma responsabilidade social. O objetivo desta parceria é investir em projetos que estimulem a reintegração social dos cidadãos, principalmente as crianças. A empresa acredita no potencial destes projetos e por isso faz questão de ajudá-los.
 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Empresário conhece o funcionamento do Ceir e pode apoiar o desenvolvimento de projetos

 
 
18/01/2013 por Diego Rodrigues
 
   O empresário Silvio Romano e sua equipe, do laboratório Bioanálise, conheceram a estrutura do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) nesta sexta-feira (18). O coordenador da Reabilitação desportiva do Ceir, Childerico Robson, mostrou todas as áreas de reabilitação aos visitantes e proferiu uma palestra sobre as conquistas obtidas pelos pacientes do Centro.
  Após a palestra, a equipe do Bioanálise dirigiu-se à quadra de esportes, onde acompanharam uma apresentação de capoeira. Silvio Romano lembrou do dia em que conheceu um dos trabalhos desenvolvidos pelo Ceir, que o motivou a buscar parcerias como forma de ajudar a instituição.
  “Agradeço por ter visto a apresentação de capoeira no Complexo Cultural da Ponte Estaiada. Foi a partir daí que conheci o belo trabalho realizado pelo Ceir”, afirma Silvio.
  O empresário manifestou interesse em apoiar projetos socioambientais do Centro.
 

 

domingo, 16 de dezembro de 2012

Capoeira trabalha reabilitação e inclusão de crianças com deficiência

O grupo abriu a roda em uma apresentação especial no espaço turístico da Ponte Estaiada.

  Maria Eduarda Costa Magalhães comemorava o aniversário de quatro anos quando sofreu um Acidente Vascular Cerebral, em 2009, e perdeu parte dos movimentos do lado esquerdo do corpo. A partir de então, a pequena passou por uma série de tratamentos na tentativa de melhorar aquilo que foi perdido. Nesse período, encontrou na capoeira um grande aliado para a reabilitação.

                       
 
  Crianças como Maria Eduarda buscam inspiração no esporte para driblar limitações e lutar pela reintegração à sociedade. Elas possuem diferentes tipos de deficiência física e recebem no Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) incentivo para a socialização através da capoeira, o que, para esses pacientes, significa um complemento ao tratamento realizado no Centro. Nesse sábado (15), o grupo de capoeira do Ceir abriu a roda em uma apresentação especial no espaço turístico da Ponte Estaiada Mestre João Isidoro França.
 
  O objetivo foi chamar a atenção das pessoas para a importância da reabilitação e da inclusão social, a exemplo do farmacêutico Sylvio Romano, que realizava caminhada na Avenida Raul Lopes, quando se deparou com o gingado em uma roda diferente. “Essa ação tem um grande mérito. Eles mostram um trabalho de responsabilidade social que usa o esporte para a inclusão”, diz Sylvio Romano.
 
  Durante a apresentação, a ponte recebeu iluminação verde em homenagem aos pacientes, familiares, colaboradores, voluntários, amigos e defensores da causa da reabilitação e da inclusão social das pessoas com deficiência física e/ou motora do Ceir.

                         
 
  O coordenador do setor de reabilitação desportiva do Centro, Childerico Robson, explica que a parceria entre instituição e família é essencial para a obtenção de resultados positivos. “A importância dos pais na capoeira é inestimável. São eles que determinam a freqüência dos filhos, o envolvimento e, consequentemente, o sucesso do trabalho”, destaca o educador físico, enfatizando que seu papel é tão somente fomentar o aprendizado para proporcionar a melhoria dos pacientes. “Eu só ajudo a fazer transbordar a força que existe dentro deles. Força usada para a superação de barreiras”, revela.
 
  Um trabalho que envolve sensibilidade e afetividade. Através da terapia, crianças com deficiência física usam o esporte para superar limites. No ritmo do berimbau, pacientes desenvolvem o equilíbrio e a coordenação. Mas um dos principais elementos ajustados com a atividade é a motivação. Maria Eduarda é uma dessas que não esconde a empolgação e, quando interrogada sobre o esporte, a paciente do Ceir expõe: “Eu amo a capoeira!”.
 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Crianças com deficiências usam capoeira para superar limites



14/12/2012 por Mayara Ferreira
  Não existe restrição para a prática do esporte. Crianças com idades, diagnósticos e necessidades diferentes encontram no ritmo do berimbau motivações para superar limites. O Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) trabalha coordenação, equilíbrio e socialização de pacientes através da capoeira. Neste sábado (15), o Ceir chamará a atenção da sociedade para a importância da reabilitação e da inclusão social por meio do esporte com uma apresentação especial do grupo de capoeira na Ponte Estaiada Mestre João Isidoro França, na Avenida Raul Lopes.
  A roda será aberta às 18 horas sob a iluminação verde da ponte. A cor será em homenagem aos pacientes, colaboradores, voluntários, amigos e defensores da reabilitação e da inclusão social das pessoas com deficiência física e/ou motora do Ceir.
  O pequeno Marcelo Cardoso, de cinco anos, participará da roda e mostrará que a capoeira ajuda a superar dificuldades. De acordo com a mãe de Marcelo, Rosa Lima, o esporte tem sido um bom aliado no tratamento feito na instituição. “Meu filho já se desenvolveu muito e eu sei que foi a capoeira que o ajudou a superar as dificuldades de se levantar, se manter de pé e correr. Para mim, é uma das melhores terapias do Centro”, observa.
  Além de ajudar no tratamento, o objetivo da reabilitação com a capoeira é quebrar preconceitos. O coordenador do setor de reabilitação desportiva, Childerico Robson, afirma que a sociedade deve aprender com as crianças a aceitar as diferenças. “As diferenças devem servir para aproximar, ao invés de separar as pessoas. A capoeira trabalha como ferramenta de inclusão social e arma de cidadania e reabilitação”, frisa Childerico Robson.
  Há mais de dois anos, o paciente Liédson Matheus da Silva, participa da roda de capoeira do Ceir e não esconde a empolgação. A mãe, Maria Nirinalda da Silva, conta que o esporte ajuda também na socialização. “Depois que começou a fazer capoeira, Matheus já consegue dar uns passinhos e, quando ele vê as outras crianças, ele se solta”, finaliza Maria.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Grupo de Capoeira do CEIR lança música (Ladainha) em evento

  O IV Batizado e Troca de Cordas dos Pacientes do CEIR, foi marcado por muitas surpresas, além de realizarem a "Puxada de Rede", foi também lançada uma música de capoeira, Ladainha (CAPOEIRA EFICIENTE), de autoria do paciente da instituição John Alves e cantada e adaptada pelo professor Childerico Robson. 
  Segue a Letra da música:

CAPOEIRA EFICIENTE
  
Berimbau já tá chamando
Vem de pressa venha ver
Capoeira eficiente
Essa que vamos fazer

Essa roda é diferente
De longe dá pra se ver
Mas ela é feita de gente
Feito eu,feito você

Dou armada, dou rasteira
Preste muita atenção
Canto alto,bato palmas
Respondo o coro meu irmão

Capoeira eficiente
É arte, é diversão
É gingar com o sentimento
É jogar com o coração.




segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Ceir abre roda de capoeira e realiza batizado de pacientes da reabilitação desportiva

03/12/2012 por Mayara Ferreira

 
  Ao som do berimbau, o Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) abriu uma roda de capoeira na manhã desta sexta-feira (30). Pacientes da reabilitação desportiva participaram do IV Batizado e Troca de Cordas do Ceir. Como prêmio, baseado no desempenho de cada um no esporte, 16 pacientes foram batizados e outros 12 trocaram de cordas, simbolizando o aumento da graduação.
 
  Na oportunidade foi realizado por nossos pacientes uma das manifestações folclóricas incorporadas a capoeira chamada: Puxada de Rede, que conta a história de um pescador que ao sair para o mar em plena noite para fazer o sustento da familia, despede-se de sua mulher que, em mau pressentimento, preocupa-se com a partida do marido e o assusta dizendo dos perigos de sair á noite, mas o pescador sai e deixa-a a chorar, e os filhos assustados. Também foi lançada uma Ladinha chamada: Capoeira Eficiente de autoria do paciente Jonh Alves e adaptada e cantada pelo Profº Childerico Robson
 
  José Lucas, de cinco anos, foi uma das crianças batizadas. A mãe de José, Beatriz Cardoso, comemora os avanços conquistados desde que passou a participar das aulas de capoeira no Centro. “Ele, que nasceu com paralisia cerebral, hoje tem um equilíbrio enorme por causa da capoeira”, destaca.
 
  Para a mãe da pequena capoeirista Nayara Beatriz, Anikele Santos, o mais importante do esporte é a socialização da criança. “Cada paciente apresenta diferentes limitações. Ainda assim, todos eles são bem integrados uns com os outros. Desde que começou a participar das aulas, há um ano, minha filha perdeu a timidez e se tornou mais comunicativa”, conta Anikele.
 
  A atividade desta sexta contou com grande participação dos pais das crianças. A mãe de Gabriel Ferreira, Eliane Ferreira, fala da importância da capoeira para o desenvolvimento do filho. “Gabriel caia muito, mas, com os treinamentos, já consegue se levantar sem dificuldade e consegue até correr”, diz.
 
  De acordo com o coordenador de reabilitação desportiva do Ceir, Childerico Robson, o apoio e envolvimento dos pais são essenciais para a reabilitação dos pacientes. “A capoeira auxilia as pessoas a quebrarem barreiras impostas pela sociedade. Esse trabalho vai proporcionar grandes contribuições para a formação dessas crianças”, frisa.
 
  Dando continuidade ao evento, neste sábado (1), será realizada a formatura do Mestre Pebança do grupo IÊ Berimbau, no ginásio Edmilson Jorge, no bairro Dirceu Arcoverde. As atividades do IV Batizado e Troca de Cordas dos Pacientes do Ceir são integradas ao grupo de capoeiristas IÊ Berimbau, que trabalha com a reinserção social de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade da zona Sudeste de Teresina.